Nada vou acrescentar face ao que tenho dito em anteriores mensagens. Felizmente os Portugueses estão a acordar de um quase eterno sono de Portugalidade e cidadania.
Exigir, exigir, exigir a demissão do governo, dado que existe alternativas que não nos condena ao empobrecimento e à austeridade que nos querem colocar.
Alternativas? Sim, vejam o manifesto da CGTP e verifiquem onde se pode ir buscar alguns milhares de milhões de euros sem sacrificar o povo no direito público, o esvaziamento da contratação colectiva e dos direitos do trabalho.
Embora não pareça ter relaçáo com este propósito, relembro o que ouvi ontem na televisão sobre a privatização da ANA.
Então querem liberalizar o mercado e privatizar os bens públicos, e temos uma Chanceler Alemã que incentiva este critério evolutivo da globalização. Pois bem, ainda não viram que querem destruir o nosso estado social? Sabem que a FRAPORT (que é uma empresa de gestão de aeroportos) é uma empresa ligada ao estado Alemão?
Sendo assim, está mais do que explicado que vamos voltar ao feudalismo. O que vai acontecer é que uma empresa ESTATAL ALEMÃ quer apoderar-se de um bem público Português.
Estou de luto e as imagens que vou postar são a preto e branco.
Viva Portugal democrático e viva aos Portugueses que lutam para um futuro mais fraterno.
Informar é cultura
Apresentação e explicitação da vida Portuguesa como sinónimo da nossa nacionalidade passando pelos mais variados temas, sem contudo esquecer, o debate de temas proibidos que pecam e se perdem na ignorância dos povos e a sua abordagem por parte dos sectores políticos vigentes. "Ubi veritas?"
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Greve Geral dia 14 de Novembro de 2012.
Têm que lutar, porque quase que aposto que as tabelas mensais de incidência deste imposto não terão estes valores, mas sim outros inferiores.
O Governo Ditatorial não pretende um grave conflito social se aplicar estas percentagens mensalmente já em Janeiro. No fundo se aplicar outra tabela mensal inferior, o certo é que no processo de entrega do IRS no final do ano fiscal de 2013 todos os Portugueses vão ter de pagar ao Estado a diferênça que não foi aplicada. Ou seja, é como se paga-se a totalidade das percentagens logo de uma vez. Vejam este possível exemplo.
Imagina que descontas 14% de IRS, quando fores entregar o IRS no final do ano vais ter que pagar mais 14,5%, além dos 4% da sobretaxa e 11% que pagas-te mensalmente. JÁ agora, não te esqueça que as deduções fiscais e os abatimentos à tabela foram igualmente e substancialmente reduzidos (despesas com a casa, medicamentos, com a educação, etc...).
Espero estar errado ou interpetar mal o que li, porque senão mais uma vez os portugueses dão a vantagem da dúvida a um Governo que MENTE e que já demonstrou a insensibilidade em tratar os portugueses como pessoas dignas.
Quer esteja certo ou errado uma coisa é certa, seja mensal ou no final do ano, todos os Portugueses que estejam no 2º escalão em que incide as taxas que estão presentes neste cartaz vão ter mesmo que PAGAR ( o mesmo se aplica aos outros escalões ).
Cuspam para o ar e pensem que isto não vos diz respeito. Em consciência não deixem de fazer e participar na Greve Geral, porque o problema é meu, teu e de todos os que trabalham.
Temos que afrontar quem nos quer roubar. Se te queixas que um dia ou mais de greve vai pesar no teu orçamento familiar com as habituais desculpas da família, crianças e hipoteca da casa, vê o que te espera para o ano de 2013 com estes exemplos se não lutares. Sendo assim, não achas que já é tempo de tomares uma posição que salvaguarda os teus e o que ambicionas?
Isto não pode passar. Temos que derrotar esta política de empobrecimento.
TODOS À GREVE GERAL DE 14 DE NOVEMBRO DE 2012. SEJAM PORTUGUESES DE ALMA, SUOR E LÁGRIMAS.
Manifestação de 31 de Outobro de 2012 na Assembleia da República.
Já não sei o que dizer em relação à atitude que os Portugueses têm (na sua generalidade) quando são solicitados para exercer a sua cidadania, já não falando, quando eles mesmos têm a necessidade de exercer por sí mesmos, o que na verdade não acontece na práctica.
Mais uma vez, as manifestações parecem que só podem ser efectuadas num determinado período e findo o qual, vamos todos para casa que já lutamos.
Não consigo compreender de que quando existe uma manifestação, esta, e partindo do princípio de que não terá vínculo político ou ideológico por quem a promove, não se estenda até quando a desmobilização seja naturalmente dispersa por quem se encontra no local enquanto cidadão.
Naturalmente e não acreditando na capacidade de juízo dos Portugueses em agir em uníssono e colectivamente, comprovei eu, mais uns 15 cidadãos comuns "in loco" e conjutamente com um grupo de outros cidadãos comuns que ostentavam as máscaras dos "Anónimos" a triste realidade da revindicação dos direitos. E isto aconteceu por volta da meia-noite.
Além de este episódio ser grave, o que iria encontrar a seguir seria ainda muito mais grave.
Então não é que quando deslocando-me pela Rua D. Pedro V, passando pelo Conde Barão, Santos e Santos-o-Velho deparo-me com largas centenas (senão mil ou duas mil) pessoas a divertirem-se no "Halloween"!
Meus caros, que raio de consciência colectiva têm na defesa dos seus próprios direitos e por conseguinte dos outros?
Eu não sou contra as pessoas divertirem-se naquilo que pretenderem, seja no "Halloween", futebol ou concertos. O que sou contra é que esta falta de exercício de cidadania comprometa os esforços de uma pequena fracção de pessoas que luta para sí e para os outros.
Custa muito entenderem que quando o tempo é de luta temos que abdicar do lazer. Não entendem que se não lutarem agora vão ser escravos para o resto da vida?
O comportamento que tiverem agora vai-se repercutir no futuro. Sendo assim, que futuro vamos ter quando este mesmo tempo é de luta e não de divertimento.
Na vida temos tempo para tudo desde que o saibamos adequar às circunstâncias que vivemos no presente.
Deixo-vos umas fotografias tiradas na manifestação propositadamente à noite para evidenciar o que escrevi atrás. Na ùltima fotografia estão os ditos portugueses e muitos automóveis nessas zonas que caracterizam esta falta de cidadania.
Somente me ocorre dizer o seguinte.
Com portugueses assim estamos condenados ao fracasso.
Mais uma vez, as manifestações parecem que só podem ser efectuadas num determinado período e findo o qual, vamos todos para casa que já lutamos.
Não consigo compreender de que quando existe uma manifestação, esta, e partindo do princípio de que não terá vínculo político ou ideológico por quem a promove, não se estenda até quando a desmobilização seja naturalmente dispersa por quem se encontra no local enquanto cidadão.
Naturalmente e não acreditando na capacidade de juízo dos Portugueses em agir em uníssono e colectivamente, comprovei eu, mais uns 15 cidadãos comuns "in loco" e conjutamente com um grupo de outros cidadãos comuns que ostentavam as máscaras dos "Anónimos" a triste realidade da revindicação dos direitos. E isto aconteceu por volta da meia-noite.
Além de este episódio ser grave, o que iria encontrar a seguir seria ainda muito mais grave.
Então não é que quando deslocando-me pela Rua D. Pedro V, passando pelo Conde Barão, Santos e Santos-o-Velho deparo-me com largas centenas (senão mil ou duas mil) pessoas a divertirem-se no "Halloween"!
Meus caros, que raio de consciência colectiva têm na defesa dos seus próprios direitos e por conseguinte dos outros?
Eu não sou contra as pessoas divertirem-se naquilo que pretenderem, seja no "Halloween", futebol ou concertos. O que sou contra é que esta falta de exercício de cidadania comprometa os esforços de uma pequena fracção de pessoas que luta para sí e para os outros.
Custa muito entenderem que quando o tempo é de luta temos que abdicar do lazer. Não entendem que se não lutarem agora vão ser escravos para o resto da vida?
O comportamento que tiverem agora vai-se repercutir no futuro. Sendo assim, que futuro vamos ter quando este mesmo tempo é de luta e não de divertimento.
Na vida temos tempo para tudo desde que o saibamos adequar às circunstâncias que vivemos no presente.
Deixo-vos umas fotografias tiradas na manifestação propositadamente à noite para evidenciar o que escrevi atrás. Na ùltima fotografia estão os ditos portugueses e muitos automóveis nessas zonas que caracterizam esta falta de cidadania.
Somente me ocorre dizer o seguinte.
Com portugueses assim estamos condenados ao fracasso.
Enquanto uns poucos diziam presente na luta, a maioria dizia presente no divertimento.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Comemorações do 5 de Outubro e o hastear da bandeira ao contrário.
O facto de a bandeira ter sido hasteada ao contrário revela aquilo que Portugal tem vivido desde o pós 25 de Abril de1974. Desrespeito, saque, privilégios aos compadres de enriquecerem utilizando dinheiros e subsídios que deviam ser públicos, ignorância, aproveitamento da posição que ocupam.
Além de ser observado um pouco nas nossas vivências enquanto cidadãos e como trabalhadores, este episódio que denigre a nossa imagem como país, é perfeitamente verificável pelas as atitudes de "desenrasca" que habitualmente acontecem. Uma coisa é certa, a responsabilidade de um cidadão comum pelos seus actos podem ser menor, igual ou de maior relevância ou importância, mas a de um político que é a primeira imagem do país, seguramente nunca deveria de existir.
Somente os portugueses podem pôr cobro a este saque. Exijam responsabilização e/ou criminalização às pessoas que exercem (ou exerceram) uma actividade política e continuem a promover a sua cidadania em manisfestações, greves ou no exercício do direito que estão consagrados na Constituição.
Fiquei indignado em observar estas comemorações.
Temos um governo ditaturial e opressivo, e agora reforçámos a convicção de termos um presidente decrépito. Mete dó e causa-me repulsa.
Vejam que o presidente quando ia hastear a bandeira nem sabia qual o fio que ia puxar.
Deixo uma dica. Quando os excelentíssimos senhores da nação observarem uma incorreção, tenham uma postura digna e integra de corrigir no momento o erro e não perpectuá-lo. Sei que será difícil para vocês, porque não faz parte da vossa formação e interesse quando optam por uma vida pública e política ao serviço do povo.
Deixo este video que reflecte um pouco do triste fado em que vivemos. Acordem portugueses.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Manifestação da CGTP no Terreiro do Paço em 29 de Setembro de 2012.
Nem sei como vou pronunciar-me sem ser erradamente entendido. Mas vou tentar.
No dia 29 de Setembro de 2012 estive na manifestação organizada pela CGTP no Terreiro do Paço que se pretendia como "Terreiro do Povo". A manifestação apesar de ser organizada por uma confederação de sindicatos era aberta a todo o povo português e movimentos cívicos que se identificavam com os propósitos da mesma. As estimativas apontaram para uma adesão acima das 100000 mil pessoas.
No Terreiro do Paço dei em directo (por volta das 17:45 horas) uma entrevista à "RTP Informação" quando confrontado com a pergunta sobre a razão de ter-me associado a esta manifestação.
A resposta foi relacionada com um pouco da angústia que me assiste e já demonstrada em algumas mensagens neste blogue, quando se apela aos portugueses para a defesa dos seus direitos, ideais ou nacionalidade.
Meus caros, o meu pessimismo em relação ao futuro não passa pela organização de manifestações seja por quem for, passa sim pela a adesão das pessoas naquilo que se revèm. Porque, enquanto já houve maiores adesões das pessoas nas manifestações em que se apelava ao sentido cívico (o que por si já é um bom sinal de maturidade e revolta), já nas marcadas por organizações sindicais, essas adesões se tèm mostrado inferiores.
No fundo todas as alterações ao estado social e do direito ao trabalho com direitos, leva a que haja dispersão individualista de atitude que deveria ser colectiva quando se trata de defender um bem que é comum a todos os portugueses. O governo actual sabe que pode adequar as alterações pretendidas desde que fragmente as suas intervenções por sectores de produção do país e fazendo os seus testes até tomar posições que diga respeito a todos (sendo este cenário a ùltima opção) quando as anteriores tentativas sectoriais falhem e porque não pretendem um conflito social visível a nivel mundial. Este tipo de atitude leva a que os portugueses não hajam em unidade, porque, enquanto "toca aos outros e não a mim, eu tenho trabalho e vou-me safando". Este pensamento/comportamento e quase inerente ao ser-se português, é a nossa morte.
Pelo atrás descrito, vou dar um exemplo da inércia dos portugueses e do quanto estão sensibilizados para a própria defesa do direito de cidadania.
No ano passado estive (na condição de utente e português, apesar de ser trabalhador no sector) numa manifestação organizada por uma plataforma de utentes que deveria ter sido mesmo uma manifestação, sobre a redução da oferta e aumentos dos tarifários dos transportes públicos. A concentração foi no Cais do Sodré e pasmem-se porque só estavam cerca de 30 pessoas. Nessa altura ainda não havia intenção real do governo sobre as medidas de austeridade que posteriormente foram aplicadas em Orçamento do Estado para 2012. Ou seja, perante uma intenção do governo em desprovir um direito constitucional de transporte público aos portugueses, somente alguns utentes contestatários e os trabalhadores das empresas do Sector que realizaram greves, tentaram parar tais afrontas. Onde é que estavam a generalidade das pessoas?
Com este exemplo pretendo demonstrar que os portugueses não têm sentido de luta unitária de cidadania e somente lutam por ocasião e quando essa ocasião lhes diz directamente respeito. Sobre esta questão, faço-lhes uma pergunta que é a mesma que fiz na entrevista à RTP.
- Se sistemáticamente temos um governo que prevarica a nossa Constituição, a quem compete defender essa mesma Constituição? Logicamente os portugueses.
Se aplicar-mos este conceito de atitude ao que está descrito na Constituição sobre as organizações sindicais e/ou comissões de trabalhadores das empresas, estamos a defender o nosso próprio direito ao trabalho assim como a nossa condição de utentes, mesmo quando aparentemente isso não está directamente relacionado connosco a título individual ou sectorial.
Os exemplos são inúmeros, desde o caso do Cavaco Silva (Presidente da República) sobre a venda das acções do BPN em que ganhou à nossa conta cerca de 370000 mil euros engordando a factura que estamos a pagar, as Parcerias Público Privadas (as vulgo PPP's), as privatizações das empresas do Sector Empresarial do Estado e/ou Públicas, e o caso do ministro Miguel Relvas sobre o seu percurso académico.
Aqui revela-se a dita inércia dos portugueses e o seu exercício de cidadania.
Desde quando temos que ter um governo que vende bens públicos sem ouvir os seus detentores do direito?
Desde quando temos um governo que favorece o interesse privado sem ouvir os seus detentores do direito?
Desde quando temos que ter um presidente que enriqueceu com uma valorização na venda das suas acções em 140% e que elas nem estavam cotadas em Bolsa?
Desde quando temos que ter um ministro que foi favorecido na atribuição nas habilitações académicas e não se demite, pactuando este governo com tal infâmia?
Percebem agora quando digo que estamos a cavar a nossa própria sepultura?
Percebem agora porque é que temos que evoluir em observar o direito de cidadania e reforçar uma opinião pública forte?
Em sociedade consciente destes direitos, eles deveriam ser a defesa da nossa cidadania e da preservação do estado social que possuimos, sem estarem suijeitos à vontade de quem governa impune e de modo arrogante, sabendo que não vão ser penalizados por isso. Antes de estarmos a atenuar efeitos com manifestações ou greves sectoriais deveriamos atacar prioritariamente a causa, e a causa é a atitude dos políticos corruptos e submissos a uma nova vontade que despreza o social e as pessoas.
Então qual seria a fórmula de contestação dos portugueses?
É simples no sentido da essência da palavra CRIMINALIZAÇÃO.
Exija-se a criminalização das pessoas que têm ou tiveram comportamentos que lesaram a vontade e os direitos dos portugueses e que nos levaram ao estado que actualmente nos encontramos, a exemplo do que aconteceu na Islândia.
Exija-se que a àrea judicial do país funcione.
É aqui que eu gostaria de ver até que ponto os portugueses estão dispostos a defender a sua identidade e os seus direitos. Nunca vi uma paralização geral do país a pedir o julgamento dessas pessoas sobre os actos praticados e pedir eleições antecipadas.
No caso de a matéria judicial tenha a haver com o enriquecimento ilícito, conluio ou favorecimento, além de serem exemplarmente condenados, toda a riqueza ou património que possuam e derivado do acto, seja arrestado a favor do estado.
Parece utopia não parece? Mas não o é, depende somente da vontade de um povo.
No dia 29 de Setembro de 2012 estive na manifestação organizada pela CGTP no Terreiro do Paço que se pretendia como "Terreiro do Povo". A manifestação apesar de ser organizada por uma confederação de sindicatos era aberta a todo o povo português e movimentos cívicos que se identificavam com os propósitos da mesma. As estimativas apontaram para uma adesão acima das 100000 mil pessoas.
No Terreiro do Paço dei em directo (por volta das 17:45 horas) uma entrevista à "RTP Informação" quando confrontado com a pergunta sobre a razão de ter-me associado a esta manifestação.
A resposta foi relacionada com um pouco da angústia que me assiste e já demonstrada em algumas mensagens neste blogue, quando se apela aos portugueses para a defesa dos seus direitos, ideais ou nacionalidade.
Meus caros, o meu pessimismo em relação ao futuro não passa pela organização de manifestações seja por quem for, passa sim pela a adesão das pessoas naquilo que se revèm. Porque, enquanto já houve maiores adesões das pessoas nas manifestações em que se apelava ao sentido cívico (o que por si já é um bom sinal de maturidade e revolta), já nas marcadas por organizações sindicais, essas adesões se tèm mostrado inferiores.
No fundo todas as alterações ao estado social e do direito ao trabalho com direitos, leva a que haja dispersão individualista de atitude que deveria ser colectiva quando se trata de defender um bem que é comum a todos os portugueses. O governo actual sabe que pode adequar as alterações pretendidas desde que fragmente as suas intervenções por sectores de produção do país e fazendo os seus testes até tomar posições que diga respeito a todos (sendo este cenário a ùltima opção) quando as anteriores tentativas sectoriais falhem e porque não pretendem um conflito social visível a nivel mundial. Este tipo de atitude leva a que os portugueses não hajam em unidade, porque, enquanto "toca aos outros e não a mim, eu tenho trabalho e vou-me safando". Este pensamento/comportamento e quase inerente ao ser-se português, é a nossa morte.
Pelo atrás descrito, vou dar um exemplo da inércia dos portugueses e do quanto estão sensibilizados para a própria defesa do direito de cidadania.
No ano passado estive (na condição de utente e português, apesar de ser trabalhador no sector) numa manifestação organizada por uma plataforma de utentes que deveria ter sido mesmo uma manifestação, sobre a redução da oferta e aumentos dos tarifários dos transportes públicos. A concentração foi no Cais do Sodré e pasmem-se porque só estavam cerca de 30 pessoas. Nessa altura ainda não havia intenção real do governo sobre as medidas de austeridade que posteriormente foram aplicadas em Orçamento do Estado para 2012. Ou seja, perante uma intenção do governo em desprovir um direito constitucional de transporte público aos portugueses, somente alguns utentes contestatários e os trabalhadores das empresas do Sector que realizaram greves, tentaram parar tais afrontas. Onde é que estavam a generalidade das pessoas?
Com este exemplo pretendo demonstrar que os portugueses não têm sentido de luta unitária de cidadania e somente lutam por ocasião e quando essa ocasião lhes diz directamente respeito. Sobre esta questão, faço-lhes uma pergunta que é a mesma que fiz na entrevista à RTP.
- Se sistemáticamente temos um governo que prevarica a nossa Constituição, a quem compete defender essa mesma Constituição? Logicamente os portugueses.
Se aplicar-mos este conceito de atitude ao que está descrito na Constituição sobre as organizações sindicais e/ou comissões de trabalhadores das empresas, estamos a defender o nosso próprio direito ao trabalho assim como a nossa condição de utentes, mesmo quando aparentemente isso não está directamente relacionado connosco a título individual ou sectorial.
Os exemplos são inúmeros, desde o caso do Cavaco Silva (Presidente da República) sobre a venda das acções do BPN em que ganhou à nossa conta cerca de 370000 mil euros engordando a factura que estamos a pagar, as Parcerias Público Privadas (as vulgo PPP's), as privatizações das empresas do Sector Empresarial do Estado e/ou Públicas, e o caso do ministro Miguel Relvas sobre o seu percurso académico.
Aqui revela-se a dita inércia dos portugueses e o seu exercício de cidadania.
Desde quando temos que ter um governo que vende bens públicos sem ouvir os seus detentores do direito?
Desde quando temos um governo que favorece o interesse privado sem ouvir os seus detentores do direito?
Desde quando temos que ter um presidente que enriqueceu com uma valorização na venda das suas acções em 140% e que elas nem estavam cotadas em Bolsa?
Desde quando temos que ter um ministro que foi favorecido na atribuição nas habilitações académicas e não se demite, pactuando este governo com tal infâmia?
Percebem agora quando digo que estamos a cavar a nossa própria sepultura?
Percebem agora porque é que temos que evoluir em observar o direito de cidadania e reforçar uma opinião pública forte?
Em sociedade consciente destes direitos, eles deveriam ser a defesa da nossa cidadania e da preservação do estado social que possuimos, sem estarem suijeitos à vontade de quem governa impune e de modo arrogante, sabendo que não vão ser penalizados por isso. Antes de estarmos a atenuar efeitos com manifestações ou greves sectoriais deveriamos atacar prioritariamente a causa, e a causa é a atitude dos políticos corruptos e submissos a uma nova vontade que despreza o social e as pessoas.
Então qual seria a fórmula de contestação dos portugueses?
É simples no sentido da essência da palavra CRIMINALIZAÇÃO.
Exija-se a criminalização das pessoas que têm ou tiveram comportamentos que lesaram a vontade e os direitos dos portugueses e que nos levaram ao estado que actualmente nos encontramos, a exemplo do que aconteceu na Islândia.
Exija-se que a àrea judicial do país funcione.
É aqui que eu gostaria de ver até que ponto os portugueses estão dispostos a defender a sua identidade e os seus direitos. Nunca vi uma paralização geral do país a pedir o julgamento dessas pessoas sobre os actos praticados e pedir eleições antecipadas.
No caso de a matéria judicial tenha a haver com o enriquecimento ilícito, conluio ou favorecimento, além de serem exemplarmente condenados, toda a riqueza ou património que possuam e derivado do acto, seja arrestado a favor do estado.
Parece utopia não parece? Mas não o é, depende somente da vontade de um povo.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Baden-Württemberg.
Veio-me à memória os tempos de passeio e trabalho quando nos meados dos anos 80 estive na Alemanha no estado de Baden-Wurttemberg . O saudosismo era tanto, que na oportunidade de fazer uma viagem em 2007 tinha que obrigatoriamente passar por esse Estado alemão onde tantas e boas recordações me tinham ficado. Não vou fazer uma apresentação de definição desse estado, para isso fica esta mensagem, que poderá servir como possível motor de pesquisa para quem visionar os videos que irei colocar e esta mensagem de reconhecimento de uma das zonas mais belas que vi. Se porventura realizarem alguma viagem nessa zona da Alemanha, espero ter contribuído para que possam visitar e sentirem o mesmo que senti. Esses sentimentos não se explicam, têm mesmo que senti-los por vós mesmos.
Relembro a Schwarzwald (floresta negra), o Rio Neckar, Landau in der pfalz e Mosbach (os dois locais onde trabalhei), a maravilhosa cidade universitária de Heidelberg e mais a sul do estado a cidade de Freiburg. A norte do estado, em Ludwigsburg, situa-se um dos palácios mais exuberantes que alguma vez vi.
Ficam os videos para igualmente aguçar-vos o apetite.
HEIDELBERG
LUDWIGSBURG
FREIBURG
MOSBACH E LANDAU IN DER PFALZ
SCHWARZWALD (o primeiro video refere a zona mais natural da floresta negra, embora possua paisagem humanizada bastante atraente e presente no segundo video)
Relembro a Schwarzwald (floresta negra), o Rio Neckar, Landau in der pfalz e Mosbach (os dois locais onde trabalhei), a maravilhosa cidade universitária de Heidelberg e mais a sul do estado a cidade de Freiburg. A norte do estado, em Ludwigsburg, situa-se um dos palácios mais exuberantes que alguma vez vi.
Ficam os videos para igualmente aguçar-vos o apetite.
HEIDELBERG
LUDWIGSBURG
FREIBURG
MOSBACH E LANDAU IN DER PFALZ
SCHWARZWALD (o primeiro video refere a zona mais natural da floresta negra, embora possua paisagem humanizada bastante atraente e presente no segundo video)
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Companhia Carris de Ferro de Lisboa - Carris de Lisboa. Quando a morte está anunciada.
O que fazer quando a morte está próxima ou os momentos que a antecedem nos causa uma agonia de sermos nós, sermos gente.
Todos nós morremos das mais variadas formas.
Todos nós morremos das mais variadas formas.
Este texto não tem nenhuma conotação com algo literário, ou presunção de ser uma ideologia que carece ser observada.
Este texto traduz-se na mágoa de pertencer ao povo que prefere a inércia, que prefere abdicar da sua existência, na persistente procura de alguns da felicidade que tarda a acontecer, enfim, a profunda contradição da construção das sociedades justas e a total indiferênça quando somos confrontados com a tomada como regra da usurpação da nossa identidade.
Tive o privilégio de ler parte do livro - estudo "A França" de Alves Redol e que será inserido partes do mesmo neste texto. A sua inclusão, embora não pareça ter conotação com a problemática dos transportes públicos, ou com as alterações nefastas ao modo social construído em Portugal por parte deste governo fantoche sob as ordens de organismos internacionais e por todas as pessoas que o idoletram, é mais um contributo para que todos nós (apesar de não termos vivido os horrores da segunda guerra mundial) possamos tomar em consciência de que a unidade de um povo sob o pretexto de salvaguarda de uma identidade pode fazer a diferênça que todos no fundo ambicionamos.
A relação do conteúdo atrás descrito com as vivências dentro da empresa (CCFL-Carris de lisboa) e com as outras relacionadas com a nossa posição enquanto cidadãos portugueses, leva-me a exercer um direito de opinião que seguramente vai de encontro às aspirações de muitos portugueses que são coniventes, ou aos que são contra um novo sistema social repleto de eliminação de direitos que durante muitas décadas outros conseguiram defender ou criar.
A mensagem anteriormente publicada neste blogue, refere já esta angustia e sensação de impotência em lutar quando nos é sugerido que as mudanças a efectuar em âmbito social ou de trabalho são inevitáveis e irreversíveis.
É um erro crasso pensar-se que o é, quando a tentativa de globalizar o planeta em pressupostos económicos e financeiros lesam definitivamente tudo o que se lutou e se ambicionou por sociedades justas elevadas ao sentimentos das pessoas como identidade a preservar.
O momento é de uma guerra de utopias e ideologias, da qual somente existem dois caminhos. Ou vamos continuar a ser pessoas no seu conteúdo e valorizadas nos direitos do homem ou a grande parte dessas pessoas vão ser eternamente escravos das variações e vontades de quem detém um mercado ou sector produtivo e que tenta valorizar a globalização.
Os exemplos quer na CCFL ou outras empresas, quer no quotidiano da generalidade das pessoas enquanto cidadãos são inúmeros. A mais recente agressão que diz respeito a todos nós tem a haver com a posição do Governo português com a cumplicidade de alguns dos parceiros sociais e com o aval e orientação do FMI,BCE e Comunidade Europeia sobre o novo Código de Trabalho.
Não foi para este momento que acontece actualmente nas nossas vidas que os nossos antepassados e homens que ainda estão no activo na àrea do trabalho lutaram e lutam.
Ao esvaziarem o conteúdo do que constou no anterior Código de Trabalho e aproveitando a inércia propositadamente criada para não haver revindicação colectiva, leva-nos a uma morte anunciada e não sendo mais rápida enquanto existirem pessoas que lutam por si e no fundo por todos.
As partes do livro de Alves Redol já mencionado e que vou introduzir neste texto, tem o intuito de criar em nós o sentido da unificação dos esforços de todos para que consigamos ser felizes em todos os parâmetros da vida.
Embora o sentimento esteja relacionado com uma guerra mundial, pode ser perfeitamente adoptado como linha de pensamento daqueles que contestam o actual sistema social e não querem ser escravos. Contudo temos que estar cientes que se isoladamente lutarmos (quer nas empresas, quer enquanto cidadãos) será extremamente difícil conseguir os objectivos.
Quer sejamos do sector público, quer sejamos do sector privado e independentemente do sector ou área de produção a que possamos pertencer, nunca podemos esquecer que somos portugueses e que dos esforços de todos podemos contrariar a escalada ao abismo que nos está a ser direccionada.
Lembrem-se que nós morremos porque temos várias mortes, quer sejam físicas, psicológicas, de valores, de identidade, enfim a que pretenderem ou a que vos for direccionada.
A transcrição da parte do livro que é um estudo, remete-nos á morte anunciada por fuzilamento de milhares de franceses que sucumbiram às mãos dos alemães durante o período do armistício. Contudo selecionei esta carta por ser a que me perturbou, ao imaginar o sentimento do seu autor e o apelo aos restantes camaradas para o prosseguimento da luta que era de todos.
Aproveito para deixar expresso o meu profundo reconhecimento, dor e o infindável agradecimento a todos eles que não conheci, mas que no fundo morreram pela justiça e pelo mundo no qual habito. Da minha parte vou continuar a dar prossecução aos seus objectivos e lembrar que as suas mortes não foram em vão. As lutas são em várias frentes, mas acredito que é possível sermos felizes e livres.
Obrigado
Aldino Peres
"A França" - Alves Redol (1948).
«(...) Gabriel Péri que o poeta Paul Éluard cantou e a França venera como um dos seus heróis, como um daqueles muitos que «morreram para que a França vivesse», na própria expressão da sua carta.
A carta dos fuzilados... Testemunho e testamento, último adeus e lição escrita com sangue para os homens que ficaram e não se quiseram submeter à tirania e à violência. (...).
(...)"Se morro jovem é porque amo a vida e porque queria que ela fosse bela, tornando-a bela para todos;(...). (...) Mais vale morrer jovem pelo seu país que morrer velho por doença, traindo a sua pátria. (...) Confirmo as palavras de Gabriel Péri: «Morro para preparar os amanhãs que cantam», e eu morro com a convicção de ter feito o meu dever de francês, de nunca ser contado entre os cobardes. Sei também que ficam bastantes camaradas para continuar a luta até à libertação. (...) Estou certo que o povo francês e todos os combatentes da liberdade saberão honrar a nossa memória com dignidade. (...) Nesse dia pensem um pouco em nós que morremos sem conhecer a libertação, ainda que a sentindo muito próxima e tendo trabalhado com todas as nossas forças. Estamos certos que alguns franceses injustamente assassinados, centenas, milhares de patriotas se erguerão para tomar o combate justo que deve ser a libertação de cada país e a felicidade de cada povo."(...).
E foram assim, dramáticas e heróicas na sua simplicidade, a maioria das cartas desses combatentes que defrontaram os pelotões e não quiseram vendas nos olhos, na sua maioria, para um último instante dizerem adeus à sua frança que tanto tinham amado e pela qual morriam.
(...) E em todos eles houve uma mesma esperança no futuro, a mesma fé nos outros que ficavam para continuar a batalha - a batalha que não terminou ainda e só será vitória quando todos os Eloi (crianças-nota do blogger) do mundo, quando todas as mães do mundo, olharem para o sol e para a natureza, como esse outro fuzilado, sem que nos seus corações haja a sombra duma injustiça; quando nos seus rostos se abrir um sorriso, um grande sorriso que o homem só poderá ter no dia em que a cada qual seja entregue a possibilidade de ter orgulho na condição humana.
(...) Aldeias inteiras destruídas por represálias. Populações dizimadas sem que o coração dos carrascos se fechasse ao ódio. Nem choros de crianças, nem súplicas de mães, nem gritos de noivas...
A consciência já não morava em peitos de homens. Eram soldados da morte que só se alimentavam de sangue. E tudo isto porque houve franceses que traíram. Tudo isto porque não escutaram as palavras dos que previam a hecatombe e eram até acusados de fautores de guerra.
(...)Tudo destruído como Lidice, a aldeia checoslovaca. E houve franceses que não compreenderam que a destruição de Lidice era já a destruição de Oradour e de Plomion... Lidice era já a destruição da alma humana. E muitos entenderam que não valia a pena baterem-se pela Checoslováquia, quando o homem no mundo é só um, em qualquer meridiano na terra. As crianças, as mulheres e os homens de qualquer nação sentem de igual maneira os mesmos crimes e as mesmas violências.
Nos primeiros dias da invasão quando os viram acarinhar as crianças, ajudar os velhos e sorrir para as mulheres, muitos pensaram que aquela guerra era diferente.
Depois os dias passaram; e como não tivessem entrado num país de escravos, fizeram as matanças colectivas - já não chegavam os muros dos fuzilamentos, nem as prisões, nem os campos de concentração.(...)»
A relação do conteúdo atrás descrito com as vivências dentro da empresa (CCFL-Carris de lisboa) e com as outras relacionadas com a nossa posição enquanto cidadãos portugueses, leva-me a exercer um direito de opinião que seguramente vai de encontro às aspirações de muitos portugueses que são coniventes, ou aos que são contra um novo sistema social repleto de eliminação de direitos que durante muitas décadas outros conseguiram defender ou criar.
A mensagem anteriormente publicada neste blogue, refere já esta angustia e sensação de impotência em lutar quando nos é sugerido que as mudanças a efectuar em âmbito social ou de trabalho são inevitáveis e irreversíveis.
É um erro crasso pensar-se que o é, quando a tentativa de globalizar o planeta em pressupostos económicos e financeiros lesam definitivamente tudo o que se lutou e se ambicionou por sociedades justas elevadas ao sentimentos das pessoas como identidade a preservar.
O momento é de uma guerra de utopias e ideologias, da qual somente existem dois caminhos. Ou vamos continuar a ser pessoas no seu conteúdo e valorizadas nos direitos do homem ou a grande parte dessas pessoas vão ser eternamente escravos das variações e vontades de quem detém um mercado ou sector produtivo e que tenta valorizar a globalização.
Os exemplos quer na CCFL ou outras empresas, quer no quotidiano da generalidade das pessoas enquanto cidadãos são inúmeros. A mais recente agressão que diz respeito a todos nós tem a haver com a posição do Governo português com a cumplicidade de alguns dos parceiros sociais e com o aval e orientação do FMI,BCE e Comunidade Europeia sobre o novo Código de Trabalho.
Não foi para este momento que acontece actualmente nas nossas vidas que os nossos antepassados e homens que ainda estão no activo na àrea do trabalho lutaram e lutam.
Ao esvaziarem o conteúdo do que constou no anterior Código de Trabalho e aproveitando a inércia propositadamente criada para não haver revindicação colectiva, leva-nos a uma morte anunciada e não sendo mais rápida enquanto existirem pessoas que lutam por si e no fundo por todos.
As partes do livro de Alves Redol já mencionado e que vou introduzir neste texto, tem o intuito de criar em nós o sentido da unificação dos esforços de todos para que consigamos ser felizes em todos os parâmetros da vida.
Embora o sentimento esteja relacionado com uma guerra mundial, pode ser perfeitamente adoptado como linha de pensamento daqueles que contestam o actual sistema social e não querem ser escravos. Contudo temos que estar cientes que se isoladamente lutarmos (quer nas empresas, quer enquanto cidadãos) será extremamente difícil conseguir os objectivos.
Quer sejamos do sector público, quer sejamos do sector privado e independentemente do sector ou área de produção a que possamos pertencer, nunca podemos esquecer que somos portugueses e que dos esforços de todos podemos contrariar a escalada ao abismo que nos está a ser direccionada.
Lembrem-se que nós morremos porque temos várias mortes, quer sejam físicas, psicológicas, de valores, de identidade, enfim a que pretenderem ou a que vos for direccionada.
A transcrição da parte do livro que é um estudo, remete-nos á morte anunciada por fuzilamento de milhares de franceses que sucumbiram às mãos dos alemães durante o período do armistício. Contudo selecionei esta carta por ser a que me perturbou, ao imaginar o sentimento do seu autor e o apelo aos restantes camaradas para o prosseguimento da luta que era de todos.
Aproveito para deixar expresso o meu profundo reconhecimento, dor e o infindável agradecimento a todos eles que não conheci, mas que no fundo morreram pela justiça e pelo mundo no qual habito. Da minha parte vou continuar a dar prossecução aos seus objectivos e lembrar que as suas mortes não foram em vão. As lutas são em várias frentes, mas acredito que é possível sermos felizes e livres.
Obrigado
Aldino Peres
"A França" - Alves Redol (1948).
«(...) Gabriel Péri que o poeta Paul Éluard cantou e a França venera como um dos seus heróis, como um daqueles muitos que «morreram para que a França vivesse», na própria expressão da sua carta.
A carta dos fuzilados... Testemunho e testamento, último adeus e lição escrita com sangue para os homens que ficaram e não se quiseram submeter à tirania e à violência. (...).
(...)"Se morro jovem é porque amo a vida e porque queria que ela fosse bela, tornando-a bela para todos;(...). (...) Mais vale morrer jovem pelo seu país que morrer velho por doença, traindo a sua pátria. (...) Confirmo as palavras de Gabriel Péri: «Morro para preparar os amanhãs que cantam», e eu morro com a convicção de ter feito o meu dever de francês, de nunca ser contado entre os cobardes. Sei também que ficam bastantes camaradas para continuar a luta até à libertação. (...) Estou certo que o povo francês e todos os combatentes da liberdade saberão honrar a nossa memória com dignidade. (...) Nesse dia pensem um pouco em nós que morremos sem conhecer a libertação, ainda que a sentindo muito próxima e tendo trabalhado com todas as nossas forças. Estamos certos que alguns franceses injustamente assassinados, centenas, milhares de patriotas se erguerão para tomar o combate justo que deve ser a libertação de cada país e a felicidade de cada povo."(...).
E foram assim, dramáticas e heróicas na sua simplicidade, a maioria das cartas desses combatentes que defrontaram os pelotões e não quiseram vendas nos olhos, na sua maioria, para um último instante dizerem adeus à sua frança que tanto tinham amado e pela qual morriam.
(...) E em todos eles houve uma mesma esperança no futuro, a mesma fé nos outros que ficavam para continuar a batalha - a batalha que não terminou ainda e só será vitória quando todos os Eloi (crianças-nota do blogger) do mundo, quando todas as mães do mundo, olharem para o sol e para a natureza, como esse outro fuzilado, sem que nos seus corações haja a sombra duma injustiça; quando nos seus rostos se abrir um sorriso, um grande sorriso que o homem só poderá ter no dia em que a cada qual seja entregue a possibilidade de ter orgulho na condição humana.
(...) Aldeias inteiras destruídas por represálias. Populações dizimadas sem que o coração dos carrascos se fechasse ao ódio. Nem choros de crianças, nem súplicas de mães, nem gritos de noivas...
A consciência já não morava em peitos de homens. Eram soldados da morte que só se alimentavam de sangue. E tudo isto porque houve franceses que traíram. Tudo isto porque não escutaram as palavras dos que previam a hecatombe e eram até acusados de fautores de guerra.
(...)Tudo destruído como Lidice, a aldeia checoslovaca. E houve franceses que não compreenderam que a destruição de Lidice era já a destruição de Oradour e de Plomion... Lidice era já a destruição da alma humana. E muitos entenderam que não valia a pena baterem-se pela Checoslováquia, quando o homem no mundo é só um, em qualquer meridiano na terra. As crianças, as mulheres e os homens de qualquer nação sentem de igual maneira os mesmos crimes e as mesmas violências.
Nos primeiros dias da invasão quando os viram acarinhar as crianças, ajudar os velhos e sorrir para as mulheres, muitos pensaram que aquela guerra era diferente.
Depois os dias passaram; e como não tivessem entrado num país de escravos, fizeram as matanças colectivas - já não chegavam os muros dos fuzilamentos, nem as prisões, nem os campos de concentração.(...)»
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Crise? Qual crise? Só se for de valores.
Segundo estudos profusamente avaliados na área da Psicologia e concepções associadas à Filosofia, o homem é um sujeito que revela condutas associadas ao movimentos de massas ou de características de avaliação individual face a estímulos que por sua vez requer uma resposta. Com base neste pressuposto, temos um quadro que a ser explorado por quem quer fazer prevalecer a médio/longo prazo uma nova filosofia social, um processo de formatação de comportamentos para os seus intentos.
De facto assiste-se actualmente e com maior premência à individualização dos comportamentos e da necessidade da criação da dependência desses mesmos estados individuais com o recurso à associação ao estreito relacionamento familiar dos visados (o povo/pessoa comum que executa uma tarefa e o relacionamento com esse mesmo estreito laço familiar).
Neste e muito resumido conceito leva-me a considerar que não precisamos ser escravos para fazer prevalecer um objectivo comum que passa pela oportunidade de todos em fazer parte activa de um esquema social virado para as pessoas.
Temos que crer, que os sacrifícios têm de ser colectivos e a rebelião/contestação ter que igualmente ser parte das nossas vivências quando condenamos a alteração social que nos está a ser imposta.
O problema é meu, nosso e de todos, independentemente da área ou sector produtivo deste país.
Cairmos no erro de pactuar ou parecer bem a quem nos impõe regras que ofendem o estado social e assim salvaguardamos o nosso futuro individual e dos nossos directamente relacionados, estamos somente a adiar a nossa morte na estrutura social que vivemos dado que vai ser alterada para uma outra que desconhecemos e qual a importância que poderá ter nas nossas vidas.
Tudo o que se conquistou ao longo de décadas e que teve relevância imediata nas nossas vivências posteriores enquanto cidadãos, resume-se à atividade e confronto colectivo de massas, quando estas se revêm no mesmo objectivo.
O problema não é nosso, porque já foi demonstrado desde à muitos anos para cá que fomentamos a nossa cidadania enquanto trabalhadores e pessoas de regras socialmente aceites. O problema é sim, daqueles que pretendem uma nova ordem que privilegia a classes altas, grandes empresas e as grandes famílias.
Compete-nos a nós a salvaguarda desse direito inalianável. A progressão da vida como homens e família nas oportunidades em que todos temos igual acesso.
A isto chama-se coexistência pacífica e equatitária e não escravos da modernidade.
Somente se tivermos isto em consciência e abdicar do modo de vida que nos torna cada vez mais escravos quer no trabalho, quer no consumo, quer em um estilo de vida artificial que cada vez mais é evidente e com a predisposição à cedência de direitos, é que podemos ambicionar por um futuro melhor para todos. E isto só acontecerá se todos rumarmos em uníssono e colectivamente para uma luta desigual quando uma ditadura democrática está presente.
Sem receios temos que lutar contra o que nos impõem.
Deixo-vos uma citação dos dirigentes da renascença francesa acontecida no pós segunda guerra mundial.
"Olhemos a situação de frente. Com bravura. Como homens a quem a luta não faz medo. A quem a verdade não faz medo".
À qual e com muito respeito pelos os que sofreram nesse período da história posso acrescentar: "Cientes que dessa mesma luta depende o nosso futuro e daqueles que amamos."
quarta-feira, 9 de maio de 2012
"Hugh's Fish Fight" - Hugh e a causa das pescas.
O desperdício provocado pelas cotas de uma espécie única quando estas coahabitam com outras, implica a devolução ao mar de cerca da metade da pesca efectuada. Vê o vídeo promocional e assina a petição online que se encontra no link no final desta mensagem.
O documentário "Hugh's fish fight" passou na RTP2 com o nome de "Hugh e a causa das pescas", no dia 07 de Abril de 2012.
Eu já assinei. Ajuda os promotores a acabar com esta carnificina.
Vídeo Promocional.
DEVOLUÇÕES
Cerca de metade do peixe capturado por pescadores no Mar do Norte é desnecessariamente lançada de volta ao mar, morto. E não se trata apenas do Mar do Norte. As devoluções são um problema em toda a Europa.
Existem diversos motivos para as devoluções. Um motivo evitável é o uso da quota de espécie única numa pescaria mista. O regime de quotas destina-se a proteger as populações de peixes, estabelecendo limites de quantos peixes de uma determinada espécie devem ser pescados. No entanto, numa pescaria mista, onde coabitam muitos peixes diferentes, os pescadores não conseguem controlar que espécies capturam. Pescar uma espécie frequentemente significa capturar outra, e se aos pescadores não é permitido desembarcar o que capturam, a única opção é lançá-los ao mar. A grande maioria destes peixes devolvidos morre. Acreditamos que não existe qualquer benefício para a conservação nessa devolução.
Como as devoluções não são monitorizadas, é difícil saber exactamente quanto peixe está a ser deitado fora. A UE estima que, no Mar do Norte, as devoluções estão entre os 40% e os 60% das capturas totais. Muitos destes são bacalhau, arinca, solha e outras espécies alimentares populares de óptima qualidade que estão “acima da quota”. Como aos pescadores não é permitido desembargar qualquer peixe acima da quota, no caso de o capturarem acidentalmente - o que não podem evitar fazer - não existe escolha senão lançá-los ao mar antes de chegarem ao cais.
Muitos outros peixes são deitados fora simplesmente porque se tratam de espécies que estão fora da moda: podemos ajudar a evitar a sua devolução apenas redescobrindo o nosso gosto por eles.
Como as devoluções não são monitorizadas, é difícil saber exactamente quanto peixe está a ser deitado fora. A UE estima que, no Mar do Norte, as devoluções estão entre os 40% e os 60% das capturas totais. Muitos destes são bacalhau, arinca, solha e outras espécies alimentares populares de óptima qualidade que estão “acima da quota”. Como aos pescadores não é permitido desembargar qualquer peixe acima da quota, no caso de o capturarem acidentalmente - o que não podem evitar fazer - não existe escolha senão lançá-los ao mar antes de chegarem ao cais.
Muitos outros peixes são deitados fora simplesmente porque se tratam de espécies que estão fora da moda: podemos ajudar a evitar a sua devolução apenas redescobrindo o nosso gosto por eles.
AS SOLUÇÕES
Precisamos de diversificar os nossos hábitos de alimentação de peixe, e precisamos alterar a política para que funcione para o peixe, os pescadores e os consumidores.
A Política Comum das Pescas (PCP), que é o enquadramento político para o regime de quotas, está presentemente a ser reformada para 2012. Os cientistas e grupos ambientalistas sugeriram diversas formas para que a política possa funcionar para a protecção das populações de peixes. Alguns pormenores sobre estas sugestões podem ser encontrados na nossa página de soluções do Reino Unido.
Reformular a Política Comum das Pescas é uma tarefa extremamente complicada, e infelizmente não existe uma solução fácil para terminar com as devoluções. Muitas pessoas concordam que a resposta estará na combinação de diferentes ideias e políticas.
FONTES LINGUÍSTICAS
Português----- http://www.fishfightpt.com/
Alemão------- http://www.fishfight.de/
Dinamarquês - http://www.fishfight.dk/
Espanhol------ http://www.niunpezporlaborda.org/
Francês------- http://www.fishfight.fr/
Grego--------- http://www.fishfight.gr/
Holandês------ http://www.fishfight.nl/
Sueco--------- http://www.fishfight.se/
Belga---------- http://www.fishfight.be/
Italiano-------- http://www.fishfight.it/
Inglês---------- http://www.fishfight.net/
Polaco---------- http://www.rybazaburta.pl/
Português----- http://www.fishfightpt.com/
Alemão------- http://www.fishfight.de/
Dinamarquês - http://www.fishfight.dk/
Espanhol------ http://www.niunpezporlaborda.org/
Francês------- http://www.fishfight.fr/
Grego--------- http://www.fishfight.gr/
Holandês------ http://www.fishfight.nl/
Sueco--------- http://www.fishfight.se/
Belga---------- http://www.fishfight.be/
Italiano-------- http://www.fishfight.it/
Inglês---------- http://www.fishfight.net/
Polaco---------- http://www.rybazaburta.pl/
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Companhia Carris de Ferro de Lisboa - Carris de Lisboa. Privilégios e regalias (?). Fundamentos para a destruição de um sector público.
Este vídeo, que na rede interna da CCFL não é possível ver no Youtube, podendo vê-lo aqui ou no final da mensagem, foi elaborado (e conjuntamente com a resposta em texto que pode ser visualizada AQUI,) para que seja de uma vez por todas entendido o ataque a que este sector público está a ser sujeito para a sua privatização.
É óbvio que, quando uma mentira é difundida e não existe o direito de resposta aos visados, quem sai lesado neste pressuposto e neste sector, além dos profissionais que laboram nestas empresas, são também os utentes que através do ódio propositadamente provocado e direccionado aos trabalhadores dessas empresas, se esquecem de lutar por este direito que é seu. O direito ao transporte público e social.
Meditem.
Se o interesse não fosse privatizar, porque razão os privados estão interessados neste mercado? E já profusamente divulgado na imprensa a demonstrarem tal interesse?
Sabiam que já foi demonstrado por parte do governo a aglutinação do passivo destas empresas por ele mesmo? Os tais cerca de 17 mil milhões de euros?
Ou seja, o governo (contribuintes) assume a dívida e pretende colocar as empresas a custo zero. No caso da Carris que apresentou um EBITDA (vejam aqui para entendimento desta sigla) em 2011 de cerca de 35 milhões de euros (clica aqui e aqui para verificarem a posição do actual Administrador Silva Rodrigues), significa que se já fosse privatizada e com a estrutura actual, o privado tinha encaixado um lucro bruto de cerca dos tais 35 milhões de euros.
A estratégia é diminuir a oferta dos serviços e o emagrecimento da estrutura funcional da empresa através do recurso humano substancialmente reduzido. Com isto consegue-se diminuir os custos de exploração mas à custa do aumento do tarifário, que é precisamente o que está a acontecer nestas empresas públicas actualmente, e aproximando-as ás estruturas de empresas privadas congéneres.
Sendo assim, não sou contra a reorganização das empresas no ponto de vista dos custos de exploração e humanos, desde que não comprometa a individualidade dos seus trabalhadores, assim como as aspirações e necessidades das pessoas como utentes.
Relembre-se então o que atrás disse. Se o epíteto da sustentabilidade do sector passa pela privatização, ou seja, através do Plano Estratégico dos Transportes - PET, então estamos perante uma falácia. Porque o sector a custo zero e pertencente ao erário público (dos portugueses) teria apresentado o EBITDA na exploração de cerca de 35 milhões de euros só no caso da Carris.
A falácia está aqui demonstrada, ou seja, o sector é sustentável no erário público embora queiram demonstrar o contrário.
Sózinhos, os trabalhadores destas empresas não conseguem segurar o sector na óptica pública, é necessário que os portugueses na generalidade e os utentes directamente relacionados nos apoiem.
Esta "guerra" contra a liberalização é dos portugueses. Compete a eles igualmente lutar por este direito ou no caso de não se interessarem, acreditem que mais tarde arrependem-se de o ter perdido, bastando verificar presentemente os preços e a oferta da Vimeca ou da Lisboa Transportes (LT) que são privadas.
Deixo aqui nesta mensagem um video de uma intervenção de Jerónimo de Sousa, entenda-se que não existe qualquer vinculo partidário ao PCP da minha parte, mas que, como trabalhador e português encontrei nele parte das razões que são equatitárias ás minhas no que diz respeito ao interesse dos privados no sector e á destruição de um bem social que é comum aos portugueses. Para certificar o que disse neste parágrafo, digo-vos que na minha pesquisa sobre as intervenções políticas havidas até agora, somente encontrei a posição do PCP que reflecte a verdade sobre este sector. Se alguém encontrar uma posição igual em contexto de outra força política, é só enviarem uma mensagem que eu terei todo o gosto de acrescentar a este blogue.
O que me move é a verdade e a minha cidadania enquanto português e trabalhador.
Companhia Carris de Ferro de Lisboa - Carris de Lisboa from Aldino Peres on Vimeo.
É óbvio que, quando uma mentira é difundida e não existe o direito de resposta aos visados, quem sai lesado neste pressuposto e neste sector, além dos profissionais que laboram nestas empresas, são também os utentes que através do ódio propositadamente provocado e direccionado aos trabalhadores dessas empresas, se esquecem de lutar por este direito que é seu. O direito ao transporte público e social.
Meditem.
Se o interesse não fosse privatizar, porque razão os privados estão interessados neste mercado? E já profusamente divulgado na imprensa a demonstrarem tal interesse?
Sabiam que já foi demonstrado por parte do governo a aglutinação do passivo destas empresas por ele mesmo? Os tais cerca de 17 mil milhões de euros?
Ou seja, o governo (contribuintes) assume a dívida e pretende colocar as empresas a custo zero. No caso da Carris que apresentou um EBITDA (vejam aqui para entendimento desta sigla) em 2011 de cerca de 35 milhões de euros (clica aqui e aqui para verificarem a posição do actual Administrador Silva Rodrigues), significa que se já fosse privatizada e com a estrutura actual, o privado tinha encaixado um lucro bruto de cerca dos tais 35 milhões de euros.
A estratégia é diminuir a oferta dos serviços e o emagrecimento da estrutura funcional da empresa através do recurso humano substancialmente reduzido. Com isto consegue-se diminuir os custos de exploração mas à custa do aumento do tarifário, que é precisamente o que está a acontecer nestas empresas públicas actualmente, e aproximando-as ás estruturas de empresas privadas congéneres.
Sendo assim, não sou contra a reorganização das empresas no ponto de vista dos custos de exploração e humanos, desde que não comprometa a individualidade dos seus trabalhadores, assim como as aspirações e necessidades das pessoas como utentes.
Relembre-se então o que atrás disse. Se o epíteto da sustentabilidade do sector passa pela privatização, ou seja, através do Plano Estratégico dos Transportes - PET, então estamos perante uma falácia. Porque o sector a custo zero e pertencente ao erário público (dos portugueses) teria apresentado o EBITDA na exploração de cerca de 35 milhões de euros só no caso da Carris.
A falácia está aqui demonstrada, ou seja, o sector é sustentável no erário público embora queiram demonstrar o contrário.
Sózinhos, os trabalhadores destas empresas não conseguem segurar o sector na óptica pública, é necessário que os portugueses na generalidade e os utentes directamente relacionados nos apoiem.
Esta "guerra" contra a liberalização é dos portugueses. Compete a eles igualmente lutar por este direito ou no caso de não se interessarem, acreditem que mais tarde arrependem-se de o ter perdido, bastando verificar presentemente os preços e a oferta da Vimeca ou da Lisboa Transportes (LT) que são privadas.
Deixo aqui nesta mensagem um video de uma intervenção de Jerónimo de Sousa, entenda-se que não existe qualquer vinculo partidário ao PCP da minha parte, mas que, como trabalhador e português encontrei nele parte das razões que são equatitárias ás minhas no que diz respeito ao interesse dos privados no sector e á destruição de um bem social que é comum aos portugueses. Para certificar o que disse neste parágrafo, digo-vos que na minha pesquisa sobre as intervenções políticas havidas até agora, somente encontrei a posição do PCP que reflecte a verdade sobre este sector. Se alguém encontrar uma posição igual em contexto de outra força política, é só enviarem uma mensagem que eu terei todo o gosto de acrescentar a este blogue.
O que me move é a verdade e a minha cidadania enquanto português e trabalhador.
Companhia Carris de Ferro de Lisboa - Carris de Lisboa from Aldino Peres on Vimeo.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
A escravidão moderna.
Servidão Moderna
"De la Servitude Moderne"
(França - Colômbia, 2009, 52min - Direção: Jean-François Brient)
Comentário do site oficial:
A servidão moderna é uma escravidão voluntária, consentida pela multidão de escravos que se arrastam pela face da terra. Eles mesmos compram as mercadorias que os escravizam cada vez mais.
Eles mesmos procuram um trabalho cada vez mais alienante que lhes é dado, se demonstram estar suficientemente domados. Eles mesmos escolhem os mestres a quem deverão servir. Para que esta tragédia absurda possa ter lugar, foi necessário tirar desta classe a consciência da sua exploração e da sua alienação. Aí está a estranha modernidade da nossa época.
Contrariamente aos escravos da antiguidade, aos servos da Idade média e aos operários das primeiras revoluções industriais, estamos hoje em dia frente a uma classe totalmente escravizada, só que não sabe, ou melhor, não quer saber.
Eles ignoram o que deveria ser a única e legítima reacção dos explorados. A rebelião.
Aceitam sem discutir a vida lamentável que se planeou para eles. A renúncia e a resignação são a fonte de sua desgraça.
Créditos:
1- SITE OFICIAL:
http://www.delaservitudemoderne.org/
2- Legendas em português:
http://docverdade.blogspot.com/2010/01/da-servidao-moderna-de-la-servitude.html
3 - Descarregar o livro em PDF:
"De la Servitude Moderne"
(França - Colômbia, 2009, 52min - Direção: Jean-François Brient)
Comentário do site oficial:
A servidão moderna é uma escravidão voluntária, consentida pela multidão de escravos que se arrastam pela face da terra. Eles mesmos compram as mercadorias que os escravizam cada vez mais.
Eles mesmos procuram um trabalho cada vez mais alienante que lhes é dado, se demonstram estar suficientemente domados. Eles mesmos escolhem os mestres a quem deverão servir. Para que esta tragédia absurda possa ter lugar, foi necessário tirar desta classe a consciência da sua exploração e da sua alienação. Aí está a estranha modernidade da nossa época.
Contrariamente aos escravos da antiguidade, aos servos da Idade média e aos operários das primeiras revoluções industriais, estamos hoje em dia frente a uma classe totalmente escravizada, só que não sabe, ou melhor, não quer saber.
Eles ignoram o que deveria ser a única e legítima reacção dos explorados. A rebelião.
Aceitam sem discutir a vida lamentável que se planeou para eles. A renúncia e a resignação são a fonte de sua desgraça.
Créditos:
1- SITE OFICIAL:
http://www.delaservitudemoderne.org/
2- Legendas em português:
http://docverdade.blogspot.com/2010/01/da-servidao-moderna-de-la-servitude.html
3 - Descarregar o livro em PDF:
Dividocracia - O exemplo da dívida Grega.
Na Internete, toda a gente fala do documentário realizado em 2011 sobre a crise grega preparado pelos jornalistas Katerina Kitidi e Aris Hatzistefanou e que tem por título "Debtocracy". Rodado com dinheiro próprio e com donativos de alguns amigos, o filme tem exibição gratuita em http://www.debtocracy.gr. Em menos de dez dias, foi visto por 600 mil utilizadores. Todos os dias, defensores e adversários do documentário apresentam os respetivos pontos de vista no Facebook, no Twitter e em blogues.
Os principais actores do documentário (cerca de 200 pessoas) assinam um pedido de criação de uma comissão internacional de auditoria, que teria por missão especificar os motivos da acumulação da dívida soberana e condenar os responsáveis. No caso vertente, a Grécia tem direito a recusar o reembolso da sua "dívida injustificada", ou seja, da dívida criada através de actos de corrupção contra o interesse da sociedade.
"Debtocracy" é uma acção política. Apresenta um ponto de vista sobre a análise dos acontecimentos que arrastaram a Grécia para uma situação preocupante. As opiniões vão todas no mesmo sentido, sem contraponto. Foi essa a opção dos autores, que apresentam a sua maneira de ver as coisas, logo nos primeiros minutos: "Em cerca de 40 anos, dois partidos, três famílias políticas e alguns grandes patrões levaram a Grécia à falência. Deixaram de pagar aos cidadãos para salvar os credores".
Os "cúmplices" da falência perderam o direito à palavra.
Os autores do documentário não dão a palavra àqueles que consideram "cúmplices" da falência. Os primeiros-ministros e ministros das Finanças gregos dos últimos dez anos são apresentados como elos de uma cadeia de cúmplices que arrastaram o país para o abismo.
O diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que se apresentou aos gregos como o médico do país, é comparado ao ditador Georges Papadopoulos [primeiro-ministro sob o regime dos coronéis, de 1967 a 1974]. O paralelo é estabelecido com uma facilidade notável desde o início do documentário mas não é dado ao personagem relevante (DSK) o direito a usar da palavra.
À pergunta "Porque não fazer intervir as pessoas apontadas a dedo", um dos autores, Kateina Kitidi, responde que se trata de "uma pergunta que deve ser feita a muitos órgãos de comunicação que, nos últimos tempos, difundem permanentemente um único ponto de vista sobre a situação. Nós consideramos que estamos a apresentar uma abordagem diferente, que faz falta há muito tempo". O público garante a independência do filme.
Para o seu colega Aris Hatzistefanou, o que conta é a independência do documentário. "Não tínhamos outra hipótese", explica. "Para evitar as limitações quanto ao conteúdo do filme, que as empresas [de produção], as instituições ou os partidos teriam imposto, apelámos ao público para garantir as despesas de produção. Portanto, o documentário pertence aos nossos 'produtores associados', que fizeram donativos na Internete e é por isso que não há problemas de direitos. De qualquer modo, o nosso objetivo é difundi-lo o mais amplamente possível."
O documentário utiliza os exemplos do Equador e da Argentina para suportar o argumento segundo o qual o relatório de uma comissão de auditoria pode ser utilizado como instrumento de negociação, para eliminar uma parte da dívida e do congelamento dos salários e pensões de reforma.
"Tentamos pegar em exemplos de países como a Argentina e o Equador, que disseram não ao FMI e aos credores estrangeiros que, ainda que parcialmente, puseram de joelhos os cidadãos. Para tal, falámos com as pessoas que realizaram uma auditoria no Equador e provaram que uma grande parte da dívida era ilegal", acrescenta Katerina Kitidi. Contudo, "Debtocracy" evita sublinhar algumas diferenças de peso e evidentes entre o Equador e a Grécia. Entre elas, o facto de o Equador ter petróleo.
Fonte original do vídeo:
http://www.debtocracy.gr
Fonte da matéria utilizada para esta descrição:
http://www.presseurop.eu/pt/content/article/618481-debtocracy-o-julgamento-da...
Os principais actores do documentário (cerca de 200 pessoas) assinam um pedido de criação de uma comissão internacional de auditoria, que teria por missão especificar os motivos da acumulação da dívida soberana e condenar os responsáveis. No caso vertente, a Grécia tem direito a recusar o reembolso da sua "dívida injustificada", ou seja, da dívida criada através de actos de corrupção contra o interesse da sociedade.
"Debtocracy" é uma acção política. Apresenta um ponto de vista sobre a análise dos acontecimentos que arrastaram a Grécia para uma situação preocupante. As opiniões vão todas no mesmo sentido, sem contraponto. Foi essa a opção dos autores, que apresentam a sua maneira de ver as coisas, logo nos primeiros minutos: "Em cerca de 40 anos, dois partidos, três famílias políticas e alguns grandes patrões levaram a Grécia à falência. Deixaram de pagar aos cidadãos para salvar os credores".
Os "cúmplices" da falência perderam o direito à palavra.
Os autores do documentário não dão a palavra àqueles que consideram "cúmplices" da falência. Os primeiros-ministros e ministros das Finanças gregos dos últimos dez anos são apresentados como elos de uma cadeia de cúmplices que arrastaram o país para o abismo.
O diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que se apresentou aos gregos como o médico do país, é comparado ao ditador Georges Papadopoulos [primeiro-ministro sob o regime dos coronéis, de 1967 a 1974]. O paralelo é estabelecido com uma facilidade notável desde o início do documentário mas não é dado ao personagem relevante (DSK) o direito a usar da palavra.
À pergunta "Porque não fazer intervir as pessoas apontadas a dedo", um dos autores, Kateina Kitidi, responde que se trata de "uma pergunta que deve ser feita a muitos órgãos de comunicação que, nos últimos tempos, difundem permanentemente um único ponto de vista sobre a situação. Nós consideramos que estamos a apresentar uma abordagem diferente, que faz falta há muito tempo". O público garante a independência do filme.
Para o seu colega Aris Hatzistefanou, o que conta é a independência do documentário. "Não tínhamos outra hipótese", explica. "Para evitar as limitações quanto ao conteúdo do filme, que as empresas [de produção], as instituições ou os partidos teriam imposto, apelámos ao público para garantir as despesas de produção. Portanto, o documentário pertence aos nossos 'produtores associados', que fizeram donativos na Internete e é por isso que não há problemas de direitos. De qualquer modo, o nosso objetivo é difundi-lo o mais amplamente possível."
O documentário utiliza os exemplos do Equador e da Argentina para suportar o argumento segundo o qual o relatório de uma comissão de auditoria pode ser utilizado como instrumento de negociação, para eliminar uma parte da dívida e do congelamento dos salários e pensões de reforma.
"Tentamos pegar em exemplos de países como a Argentina e o Equador, que disseram não ao FMI e aos credores estrangeiros que, ainda que parcialmente, puseram de joelhos os cidadãos. Para tal, falámos com as pessoas que realizaram uma auditoria no Equador e provaram que uma grande parte da dívida era ilegal", acrescenta Katerina Kitidi. Contudo, "Debtocracy" evita sublinhar algumas diferenças de peso e evidentes entre o Equador e a Grécia. Entre elas, o facto de o Equador ter petróleo.
Fonte original do vídeo:
http://www.debtocracy.gr
Fonte da matéria utilizada para esta descrição:
http://www.presseurop.eu/pt/content/article/618481-debtocracy-o-julgamento-da...
segunda-feira, 19 de março de 2012
SOS - Serviço de Alerta - 6º programa (TVi24).
SOS - Serviço de Alerta - 26 de Fevereiro.
Nesta edição, a equipa de reportagem da TVI24 acompanha o trabalho de busca e salvamento dos mergulhadores da Armada e testemunha um treino intenso dos Bombeiros Sapadores de Lisboa que visa melhorar as técnicas de desencarceramento. Neste programa, as forças policiais portuguesas mostram o que se passa no terreno. A PSP procede a uma abordagem de rotina onde é identificado um jovem que confessa já ter roubado ouro, um dos crimes que mais aumentou nos últimos tempos. Já com a GNR faz-se uma passagem por um bairro da Margem Sul considerado problemático. Finalmente, a equipa da TVI24 desvenda o trabalho de busca e salvamento marítimo da Força Aérea. Em muitos casos, este é o último recurso e esperança para pescadores e marinheiros perdidos no mar e o «SOS, Serviço de Alerta» mostra como está montada a estrutura que possibilita depois a saída para os resgates.
SOS - Serviço de Alerta - 5º programa (TVi24).
SOS - Serviço de Alerta - 19 de Fevereiro
No Hospital Garcia de Orta acompanhamos um doente que irá fazer uma angioplastia e com o director de Cardiologia, desta unidade hospitalar polivalente, vamos desde a sala de reanimação até ao espaço restrito onde decorre a intervenção cirúrgica. Uma viagem que permite perceber melhor o que está a acontecer com o doente. Destaque também para o papel das mulheres na PSP, com uma reportagem que mostra o passado e o presente de um universo conhecido como maioritariamente masculino. Um caso de alegada violência doméstica entre um casal, já referenciado pelas autoridades, deixa-nos perceber a dificuldade que existe em abordar e resolver situações desta natureza. Com os agentes das brigadas de investigação criminal do Cacém, conhecemos o caso de uma tentativa de suicídio onde, graças a um alerta dado cedo, a senhora em causa acaba salva e acompanhada posteriormente por elementos dos bombeiros locais.
SOS - Serviço de Alerta - 4º programa (TVi24).
Serviço de Alerta - 5 de Fevereiro
Vamos poder assistir a uma intervenção médica, no bloco operatório do Hospital Amadora-Sintra, em que se presenciam momentos emocionalmente intensos. Ainda em Sintra, numa das estradas mais movimentada do país - o IC 19 - acompanhamos uma acção de desencarceramento dos BOMBEIROS VOLUNTARIOS DA AMADORA. Neste programa, vamos também até ao Algarve: com as BRIGADAS DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA PSP de Portimão assistimos ao culminar de uma investigação sobre um pequeno grupo que traficava droga naquela região do país. Suspeitos surpreendidos e uma plantação de canabis detectada. Com categoria de actividade em vias de extinção, vamos conhecer, igualmente, o trabalho dos policias sinaleiros da PSP. Uma verdadeira tradição nacional!
terça-feira, 13 de março de 2012
SOS - Serviço de Alerta - 1º programa (TVi 24).
Primeiro episódio do programa. A citação abaixo foi retirada do sítio da TVi24.
SOS - Serviço de Alerta - 15 Jan 2012.
"Este Domingo, a TVI24 apresenta um olhar exclusivo sobre os serviços de urgência do hospital de São José em Lisboa. A TVI24 acompanha também várias operações das brigadas de investigação criminal da Amadora e da esquadra de transportes públicos da PSP, bem como uma Brigada de Trânsito da GNR. Numa abordagem de rotina nos comboios, na estação do Rossio, a equipa de reportagem presencia o controlo de dezenas de pessoas, que é marcada por algumas detenções e perseguições. Ainda, a não perder, um caso insólito que ilustra a irresponsabilidade generalizada de muito condutores jovens em Portugal. «SOS, Serviço de Alerta» estreia este Domingo, dia 15 de Janeiro, às 21h30, na TVI24."
SOS - Serviço de Alerta - 15 Jan 2012.
"Este Domingo, a TVI24 apresenta um olhar exclusivo sobre os serviços de urgência do hospital de São José em Lisboa. A TVI24 acompanha também várias operações das brigadas de investigação criminal da Amadora e da esquadra de transportes públicos da PSP, bem como uma Brigada de Trânsito da GNR. Numa abordagem de rotina nos comboios, na estação do Rossio, a equipa de reportagem presencia o controlo de dezenas de pessoas, que é marcada por algumas detenções e perseguições. Ainda, a não perder, um caso insólito que ilustra a irresponsabilidade generalizada de muito condutores jovens em Portugal. «SOS, Serviço de Alerta» estreia este Domingo, dia 15 de Janeiro, às 21h30, na TVI24."
SOS - Serviço de Alerta - 2º programa (TVi24).
Serviço de Alerta - 22 de Janeiro 2012.
Neste episódio a TVI24 acompanha, em exclusivo, a Força Aérea, a PSP e os trabalhos no Hospital de Santa Maria. A TVI24 acompanhou a Força Aérea ao levar a cabo o salvamento de cinco pescadores da Virgem do Sameiro e o treino dos homens por trás desta missão. Apresentamos também uma situação real bem como os treinos da esquadra 751, responsável pela busca e salvamento em Portugal. Numa reportagem com os agentes do serviço Idoso e Segurança, o «SOS, Serviço de Alerta» comprova como as burlas a idosos têm vindo a aumentar nos últimos meses. No Hospital Santa Maria, em Lisboa, o espectador pode ver mais de perto o maior serviço de urgência do país. Ainda neste programa, uma empolgante reportagem com os elementos das brigadas de investigação criminal da PSP da Amadora, que se vê a braços com casos de agressões, atropelamento e fuga, com uma perseguição policial que acaba na detenção dos agressores. «SOS, Serviço de Alerta» a não perder, este Domingo dia 22 de Janeiro, às 21h30 na TVI24.
SOS - Serviço de Alerta - 3º Programa (TVi24).
SOS - Serviço de Alerta - 28 de Janeiro
Esta semana vamos às urgências pediátricas, do Hospital da CUF Descobertas, e mostramos vários casos que revelam algum nível de dramatismo e onde se percebe que, por vezes, o mais difícil para as equipas médicas é acalmar os pais das crianças que estão a ser ajudadas. Na baixa de Lisboa, acompanhamos o trabalho das Brigadas de Investigação Criminal da PSP na luta contra os carteiristas tempo para presenciar uma tentativa de assalto, seguir carteiristas e até entrevistar uma carteirista detida em flagrante. Acompanhamos, também, um dia de treino intenso do Destacamento de Acções Especiais da Marinha para percebermos o que realmente acontece, com estes profissionais, na luta contra o tráfico de droga uma acção em parceria com a Polícia Judiciária. Com a GNR fazemos um controlo de trânsito que acaba na detecção de droga na posse de um dos condutores (situação pouco comum) e uma visita a um estabelecimento de diversão nocturna para controlo de documentação. Situações variadas que mostram bem que todas estas equipas estão sempre em alerta.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
CCFL - Carris de Lisboa e a negritude da mentira por parte da imprensa, governo e comentadores sobre o que chamam regalias e privilégios e que no fundo são direitos.
Tristeza e indignação é o que sinto actualmente em viver neste país, em que toda a actividade política roda à volta do conluio, da impunidade, do compadrio, do enriquecimento ilícito, da mentira, da ânsia do poder, da pobreza, da falta do estado social, do desrespeito da condição humana, da falta da criminalização.
Além da identificação e pesquisa documental por parte da imprensa em todas as suas vertentes, não consigo conceber que esses dados transmitidos não sejam alvo de intervenção judicial dos actos praticados por quem se diz na política e usa o epíteto da votação dos portugueses de como e de alguma forma os certifica de fazer o que fazem.
Meus caros, quando se vota elege-se um aparelho político como veículo para a solução dos problemas que nos sobressalta e não a legitimação da destruição da nossa soberania e destruição das nossas ambições sem consulta prévia dos eleitores, qual pequenos ditadores se tratassem. Em contrapartida assiste-se por parte da generalidade da imprensa o descrédito de determinadas profissões que contribuem para o aparelho produtivo do estado português. Neste istmo, vou falar do sector empresarial do estado na vertente dos transportes públicos.
A agitação inconcebível sobre o sector não tem mais do que a visão a curto prazo da sua liberalização. Estes personagens não olham a meios para a descredibilização do sector através da MENTIRA DESCARADA. O exemplo vem dos políticos vigentes neste mandato (dando prossecução aos anteriores) ao utilizar os meios da imprensa para propagar essa mesma mentira e assim pactuar com a destruição de todo este sector. Os exemplos são inúmeros e que caraterizam o atrás exposto.
No caso da CCFL - Carris de Lisboa, a imprensa e os comentadores com a desculpa atribuída aos dados disponibilizados pelo governo e/ou Tribunal de Contas, não têm o pudor de as transmitir sem contudo verificar a sua veracidade que são obrigados por ética profissional do jornalismo quando se quer ser isento na opinião em divulgar a verdade dos factos. É óbvio que ao não o fazerem estão a ser utilizados com o seu consentimento inequívoco para a prossecução das directivas das organizações que actualmente estão em Portugal no plano de ajuda económica e financeira e do próprio governo de Portugal para a privatização do sector, e assim conseguindo os seus objectivos que visam a filosofia da Globalização e de toda a sua falta de conceito social de igualdade que o próprio sistema encerra.
Meus caros, dado que o direito de resposta não é aplicado por referência no vosso meio a mentiras que foram pronunciadas e por norma não é atingível ao comum cidadão, fica nesta mensagem exposta e em resposta à vossa falta de profissionalismo e da forma como pactuam com este sistema denotados em alguns exemplos que os caracterizam. Não vou citar o que foi pronunciado nos telejornais e em alguns jornais do dia 21 de Fevereiro de 2012, deixo ao critério de quem ler esta mensagem a sua pesquisa e somente dizendo que foi passado na TVi, na SiC, tendo estes como exemplo e podendo verificar nos seguintes videos.
No jornal da noite a partir do minuto 20.
Além da identificação e pesquisa documental por parte da imprensa em todas as suas vertentes, não consigo conceber que esses dados transmitidos não sejam alvo de intervenção judicial dos actos praticados por quem se diz na política e usa o epíteto da votação dos portugueses de como e de alguma forma os certifica de fazer o que fazem.
Meus caros, quando se vota elege-se um aparelho político como veículo para a solução dos problemas que nos sobressalta e não a legitimação da destruição da nossa soberania e destruição das nossas ambições sem consulta prévia dos eleitores, qual pequenos ditadores se tratassem. Em contrapartida assiste-se por parte da generalidade da imprensa o descrédito de determinadas profissões que contribuem para o aparelho produtivo do estado português. Neste istmo, vou falar do sector empresarial do estado na vertente dos transportes públicos.
A agitação inconcebível sobre o sector não tem mais do que a visão a curto prazo da sua liberalização. Estes personagens não olham a meios para a descredibilização do sector através da MENTIRA DESCARADA. O exemplo vem dos políticos vigentes neste mandato (dando prossecução aos anteriores) ao utilizar os meios da imprensa para propagar essa mesma mentira e assim pactuar com a destruição de todo este sector. Os exemplos são inúmeros e que caraterizam o atrás exposto.
No caso da CCFL - Carris de Lisboa, a imprensa e os comentadores com a desculpa atribuída aos dados disponibilizados pelo governo e/ou Tribunal de Contas, não têm o pudor de as transmitir sem contudo verificar a sua veracidade que são obrigados por ética profissional do jornalismo quando se quer ser isento na opinião em divulgar a verdade dos factos. É óbvio que ao não o fazerem estão a ser utilizados com o seu consentimento inequívoco para a prossecução das directivas das organizações que actualmente estão em Portugal no plano de ajuda económica e financeira e do próprio governo de Portugal para a privatização do sector, e assim conseguindo os seus objectivos que visam a filosofia da Globalização e de toda a sua falta de conceito social de igualdade que o próprio sistema encerra.
Meus caros, dado que o direito de resposta não é aplicado por referência no vosso meio a mentiras que foram pronunciadas e por norma não é atingível ao comum cidadão, fica nesta mensagem exposta e em resposta à vossa falta de profissionalismo e da forma como pactuam com este sistema denotados em alguns exemplos que os caracterizam. Não vou citar o que foi pronunciado nos telejornais e em alguns jornais do dia 21 de Fevereiro de 2012, deixo ao critério de quem ler esta mensagem a sua pesquisa e somente dizendo que foi passado na TVi, na SiC, tendo estes como exemplo e podendo verificar nos seguintes videos.
No jornal da noite a partir do minuto 20.
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