Apresentação e explicitação da vida Portuguesa como sinónimo da nossa nacionalidade passando pelos mais variados temas, sem contudo esquecer, o debate de temas proibidos que pecam e se perdem na ignorância dos povos e a sua abordagem por parte dos sectores políticos vigentes. "Ubi veritas?"
Tristeza e indignação é o que sinto actualmente em viver neste país, em que toda a actividade política roda à volta do conluio, da impunidade, do compadrio, do enriquecimento ilícito, da mentira, da ânsia do poder, da pobreza, da falta do estado social, do desrespeito da condição humana, da falta da criminalização.
Além da identificação e pesquisa documental por parte da imprensa em todas as suas vertentes, não consigo conceber que esses dados transmitidos não sejam alvo de intervenção judicial dos actos praticados por quem se diz na política e usa o epíteto da votação dos portugueses de como e de alguma forma os certifica de fazer o que fazem.
Meus caros, quando se vota elege-se um aparelho político como veículo para a solução dos problemas que nos sobressalta e não a legitimação da destruição da nossa soberania e destruição das nossas ambições sem consulta prévia dos eleitores, qual pequenos ditadores se tratassem. Em contrapartida assiste-se por parte da generalidade da imprensa o descrédito de determinadas profissões que contribuem para o aparelho produtivo do estado português. Neste istmo, vou falar do sector empresarial do estado na vertente dos transportes públicos.
A agitação inconcebível sobre o sector não tem mais do que a visão a curto prazo da sua liberalização. Estes personagens não olham a meios para a descredibilização do sector através da MENTIRA DESCARADA. O exemplo vem dos políticos vigentes neste mandato (dando prossecução aos anteriores) ao utilizar os meios da imprensa para propagar essa mesma mentira e assim pactuar com a destruição de todo este sector. Os exemplos são inúmeros e que caraterizam o atrás exposto.
No caso da CCFL - Carris de Lisboa, a imprensa e os comentadores com a desculpa atribuída aos dados disponibilizados pelo governo e/ou Tribunal de Contas, não têm o pudor de as transmitir sem contudo verificar a sua veracidade que são obrigados por ética profissional do jornalismo quando se quer ser isento na opinião em divulgar a verdade dos factos. É óbvio que ao não o fazerem estão a ser utilizados com o seu consentimento inequívoco para a prossecução das directivas das organizações que actualmente estão em Portugal no plano de ajuda económica e financeira e do próprio governo de Portugal para a privatização do sector, e assim conseguindo os seus objectivos que visam a filosofia da Globalização e de toda a sua falta de conceito social de igualdade que o próprio sistema encerra.
Meus caros, dado que o direito de resposta não é aplicado por referência no vosso meio a mentiras que foram pronunciadas e por norma não é atingível ao comum cidadão, fica nesta mensagem exposta e em resposta à vossa falta de profissionalismo e da forma como pactuam com este sistema denotados em alguns exemplos que os caracterizam. Não vou citar o que foi pronunciado nos telejornais e em alguns jornais do dia 21 de Fevereiro de 2012, deixo ao critério de quem ler esta mensagem a sua pesquisa e somente dizendo que foi passado na TVi, na SiC, tendo estes como exemplo e podendo verificar nos seguintes videos.
Este indivíduo já chateia. Além de ser jurista e licenciado em Direito, opina como um ignorante quando toca em assuntos relacionados com a vida social e as repercussões que determinadas opções políticas têm nela. Trata as pessoas como números, evidenciando falta de sensibilidade e desprezo pela condição humana.Neste pressuposto deixos-vos estas duas declarações emitidas na TSF que demonstram na integra a pessoa que é. João Almeida frisou que o Estado não pode «pedir aos seus contribuintes para pagarem impostos para terem funcionários públicos que não são precisos e que não estão a prestar o seu serviço».O deputado falou ainda na própria insatisfação que um trabalhador deve sentir ao não ter uma função atribuída, algo que, frisou, «não faz qualquer sentido». Ao ler estas afirmações lembrei-me logo da aplicação do seu conteúdo a ele mesmo. Fala de "barriga cheia", ou seja, nunca teve uma aptidão natural de trabalho efectivo e que contribua para a riqueza nacional apesar de ter sido sócio-gerente da Mateevents,Lda. O seu curiculum de vida desde que nasceu (11-09-1976), resume-se essencialmente ao parasitismo político e aproveitamento de uma condição injustamente atribuída a pessoas que ocupam cargos políticos e que ao fim dos três(?) mandatos podem solicitar a reforma vitalícia com o respectivo subsídio de reintegração na vida pública.
O que dizer de miúdos que julgam saber o que é a vida e o respeito pelas pessoas?
Se fosse um trabalhador por conta de outrem ou funcionário público, gostaria de saber qual era a sua reação quando confrontado com as opiniões que o afrontam e que comprometem a sua vida particular e familiar. Mas este não se coíbe de afirmar barbaridades, sabendo que está praticamente intocável no seu modo de vida dado que tem garantias pelo percurso profissional(?) associado à política. Pelo menos nesse campo já tem garantido um meio de subsistência, porque quando se reformar da vida política certamente terá outras oportunidades que a grande percentagem dos seus concidadãos não terá.
A Assembleia da República transformou-se num antro de oportunidades e de enriquecimento, bastando só a sua presença e quanto muito dizer obscenidades. Lamento que os portugueses tenham uma memória curta e reelejam estas hienas que não merecem continuidade na organização dos seus destinos.
Veja-se (aqui) o video deste sujeito e que o compromete na irresponsabilidade e falta de visão da perspectiva social. Espero que nunca se esqueçam que quando forem votar em próximas eleições sejam mais criteriosos e não dêem uma segunda oportunidade a estes indivíduos.
Outros links desta pessoa cheia de méritos e de vivências onde podem demonstrar a vossa indignação. Na Tvi24 Constança Cunha e Sá - comentário(clica aqui) No youtube (clica aqui). No sítio da AR todo o percurso da vida curriculum(clica aqui). No Facebook (clica aqui). Alguns dados da Mateevents (clica aqui).